25 de maio de 2012

Nerds: os donos do mundo


Eles eram os párias da escola. Desajeitados, tímidos e vidrados em conhecimento acabaram conduzindo uma revolução sem precedentes no modo como vivemos e nos comunicamos hoje. Agora, estão se preparando para o próximo passo: transformar completamente a sua empresa


Por Michelle Veronese, Revista Administradores                                                     http://www.administradores.com.br
Leia com atenção estes nomes: Steve Wozniak, Tim Berners-Lee e Jimmy Wales. E imagine: se houvesse um avançadíssimo gadget implantado agora em sua retina e capaz de traduzir instantaneamente substantivos próprios para adjetivos, você teria lido: nerd, nerd e nerd em vez dos nomes acima. Mas a tecnologia não evolui tanto assim e, pior!, talvez você nunca tenha ouvido falar desses caras. Não mesmo?! Então é melhor começar sua pesquisa agora. Mas faça do jeito que eles recomendariam: use um computador pessoal, de preferência um Mac (iWoz, como é chamado Steve, o cofundador da Apple e um dos criadores do PC), acesse a internet (Tim é o responsável pelo desenvolvimento da www, a world wide web, onde milhões de pessoas navegam diariamente) e busque na Wikipedia (Jimmy é o todo-poderoso da enciclopédia livre on-line). Você vai descobrir que, além de tudo isso, o trio acima está entre os homens mais influentes do mundo e vem ajudando a ditar os rumos de atual revolução tecnológica. Ah, sim, eles também são nerds!
Chamar alguém de nerd já foi xingamento. E isso não faz tanto tempo assim. A palavra surgiu na década de 50 e tudo indica que foi utilizada pela primeira vez para denominar um grupo de cientistas canadenses que trabalhavam na divisão de pesquisa e desenvolvimento (research and development) da Northern Electric, hoje Nortel. Bastou juntar as iniciais da empresa e daquele departamento para formar o apelido: NERD. Como essa turma passava dias no laboratório, atrás de pesados óculos e longe da vida social, a expressão logo foi também usada para designar outros jovens com o mesmo perfil. Nascia, assim, a gíria para o cara esquisitão, tímido e aficionado por conhecimento.
Ilustração: João Faissal/Revista Administradores

A partir daí, a jornada dos nerds não foi fácil. Para ser alvo de chacota e desse temido apelido, bastava o sujeito ser tímido, usar óculos e ter alguma paixão por temas que podiam variar de aviões da Segunda Guerra à história dos samurais, passando por RPGs, videogames ou ficção científica. Os nerds eram ridicularizados na escola e ainda satirizados pelo cinema e a TV, em filmes como A Vinganca dos Nerds, De Volta para o Futuro e Weird Science. Resultado: eles se isolaram em seus laboratórios, salas de aula ou empresas de garagem. E foi aí que a revolução começou.
Sem alarde e em pequenos grupos, os nerds impulsionaram avanços que estão hoje influenciando o comportamento de milhões de pessoas no mundo inteiro. Já ouviu falar em Bill Gates? Pois é, ele veio dessa safra de nerds. Era um programador visionário que, nos anos 70, se uniu a Paul Allen para criar a Microsoft. "Com a criação do computador pessoal (PC), eles tiveram a visão de que o software e não o hardware seria mais importante e rentável. Isso os ajudou a fechar um acordo histórico com a IBM que, mesmo contando com um grande número de profissionais experientes, não visualizou essa oportunidade", conta Flávio Marcelo Amaral, da equipe do Yahoo! Brasil, onde é gerente regional de operações para a América Latina.
Na mesma época, também entrou em cena Tim Berners-Lee, o pai da world wide web, que permitiu o desenvolvimento da internet como a conhecemos hoje, e Steve Wozniak, que em 1976 se uniu a Steve Jobs e Ronald Wayne para criar a Apple. Mais tarde, foi a vez do Yahoo!, de Jerry Yang e David Filo, do Google, de Larry Page e Sergey Brin, da Amazon, e de muitas outras empresas. "Elas foram formadas por nerds, com conhecimentos avançados de informática, com ideias brilhantes na cabeça e muita vontade de trabalhar", analisa Flávio.
Do bunker para o mundo
Apesar das ideias revolucionárias, faltava a muitos desses nerds uma dose de carisma ou o tal jeitinho para lidar com o mundo fora do laboratório. "Por causa disso, eles sempre apareceram pouco enquanto alguém com mais capacidades sociais, algum empresário, marqueteiro, é quem efetivamente tornava a tecnologia ou produto conhecidos", observa Fábio Akita, consultor da Gonow Tecnologia, em São Paulo, e programador especializado em desenvolvimento de software e gestão de projetos. O exemplo clássico, segundo ele, está na história da Apple, com Steven Wozniak assumindo o papel do nerd que implementou o microcomputador caseiro e Steve Jobs como o não-nerd que criou o mercado para esse produto.
Mas isso mudaria nos anos 90, quando os nerds finalmente conquistaram seu lugar ao sol. O clima, aliás, era favorável. No início daquela década, os computadores pessoais invadiam casas e escritórios, a internet vivia um crescimento explosivo, palavras como Windows e e-mails entravam para o nosso vocabulário, pages, pdas e celulares então se popularizavam. E ainda havia um certo finlandês chamado Linus Torvalds, que inventara um sistema operacional livre que logo revolucionaria várias áreas computação, de servidores a telefonia móvel. Quem dominasse essas ferramentas saía na frente. Foi assim que o cara mais esquisito da turma virou o centro das atenções. Afinal, ninguém melhor do que um nerd para navegar no admirável mundo novo da tecnologia.
Jovens antes ridicularizados agora conquistavam espaço no mercado e a admiração dos colegas. Mark Zuckerberg, fundador do Facebook, a rede de relacionamentos que conecta 500 milhões de pessoas no mundo inteiro, representa bem essa transformação. De rapaz tímido e inseguro, hoje posa de tênis e camiseta na sede de sua empresa, avaliada em 50 bilhões de dólares. Em 2010, foi eleito pela revista Time uma das personalidades mais importante do mundo, título já dado a Gandhi, à rainha da Inglaterra e a Barack Obama.
Nerd empreendedor
Alvo de zombaria? Claro que não! Vergonha do apelido? Nem um pouco. Os nerds de hoje assumem sem medo o velho rótulo e têm orgulho dele. "Eu sou nerd de carteirinha", afirma Carlos Brando, que começou sua carreira de programador muito cedo, aos 14 anos. "Nessa época, eu brincava com braços mecânicos e uma linguagem chamada Assembly. Tudo não passava de um passatempo. Com o tempo, essa brincadeira ficou mais séria e eu me envolvi cada vez mais com programação de computadores. Tive o privilégio de aprender uma dúzia de linguagens de programação diferentes e trabalhar com a maior parte delas", relata.
O que Carlos fez com todo esse conhecimento? Seguiu o exemplo de nerds famosos e decidiu empreender. "Criei um site, o Nome do Jogo, para falar sobre o que mais gosto, que é programação. E cofundei uma empresa especializada em desenvolvimento de aplicativos sociais para plataformas como Orkut e Facebook", conta Carlos, que espera revolucionar esse mercado com uma novidade por enquanto mantida em segredo.
O espírito nerd empreendedor também contagiou Alexandre Ottoni e Deive Pazos. Fãs de ficção científica, fantasia, quadrinhos, RPG e games, eles reuniram seu conhecimento em um site que satiriza o universo nerd. O Jovem Nerd foi lançado em 2002, tendo como destaque os podcasts bem-humorados, e hoje virou negócio sério: recebe um milhão de visitantes por mês e, em 2009, abocanhou o prêmio MTV Vídeo Music Brasil de melhor site do ano. Hoje, o site gera receita por meio de anúncios e da loja virtual, onde são comercializados itens como camisetas e canecas.
"Essa percepção de que é possível empreender e inclusive ganhar dinheiro com aquilo que se faz por prazer ainda é nova aqui no Brasil e os nerds estão dando os primeiros passos nesse caminho", avalia Marco Gomes, que está um pouco mais à frente do que seus colegas. Em 2007, ele largou a faculdade de computação na UNB, em Brasília, e partiu para São Paulo para abrir sua empresa, a boo-box, especializada em tecnologia de publicidade para mídias sociais. A mudança valeu a pena. "A empresa cresceu, atraiu investidores, entre eles a Intel, e hoje conta com uma equipe de 30 pessoas", conta Marco. Atualmente, a boo-box exibe, a cada mês, mais de 600 milhões de anúncios com ofertas de produtos e campanhas publicitárias em mais de 16 mil sites, blogs, aplicativos e perfis em redes sociais.
Profissional do conhecimento, o novo líder
Ser nerd, hoje, abre portas. Profissionais com esse perfil começam a ser disputados a peso de ouro por algumas empresas. Nos Estados Unidos, salários da área de tecnologia são os mais altos, perdendo apenas para os do mercado financeiro. Também não faltam anúncios, no exterior, onde, em meio a uma série de requisitos, aparece a tal palavra mágica: nerd. Essa turma, agora, está percebendo que tem na mão um importante trunfo, quase um superpoder digno dos heróis dos quadrinhos: a capacidade de transformar as empresas à sua imagem e semelhança.
"Vemos isso mais fortemente no específico nicho de startups de tecnologia dos Estados Unidos (em outros lugares do mundo ainda são exceção). Nascem empresas como Google, Facebook, que uma vez dirigidas por nerds, criam ambientes onde outros nerds se sentem confortáveis em trabalhar e serem criativos", analisa Fábio Akita. O resultado, segundo ele, pode ser visto no dia-a-dia dessas organizações: locais de trabalho sem burocracias desnecessárias, com horários mais flexíveis, que estimulam o desenvolvimento de projetos pessoais e onde a gravata e terno dão lugar ao tênis e à camiseta.
Quem vislumbrou essa transformação foi um dos grandes teóricos da Administração, Peter Drucker. Em 1959, no livro Landmarks of Tomorrow, ele já mencionava a emergência dos chamados "trabalhadores de conhecimento", que sucediam os operários das indústrias e que representavam a transição do trabalho manual para o de conhecimento. "No final do século 20, esses profissionais somarão 1/3 ou mais da força de trabalho nos EUA, isto é, uma percentagem tão grande quando a dos operários, exceto em tempos de guerra", previu o autor.
Para Drucker, o profissional do conhecimento é alguém que teve acesso ao conhecimento formal, que se especializou numa área e sabe como aplicar, da maneira mais eficaz, aquilo que aprendeu. Esse grupo não obrigatoriamente será a maioria em uma sociedade, mas, segundo ele, irá moldá-la. "Podem não ser a classe dominante, mas serão a classe que lidera", afirmou.
A emergência do profissional do conhecimento, ainda segundo Drucker, estaria moldando as organizações. Essas, por sua vez, tornariam-se essenciais na sociedade do conhecimento, junto com a Administração. E ele explica o porquê: "O conhecimento especializado, por si, não gera desempenho. É necessária a contribuição de muitos outros especialistas. E isso exige que o especialista tenha acesso a uma organização."
Nesse cenário previsto por Drucker e testemunhado nos dias de hoje, as organizações passam a lidar com inúmeros desafios. Um deles é reconhecer que o trabalhador do conhecimento, quer seja líder ou empregado, é quem, no fim das contas, detém o conhecimento e sua aplicação. Logo, "as organizações precisam dele muito mais do que ele precisa delas", segundo Drucker.
Outro desafio é na hora de definir os postos de comando. Vale apostar no chefe carismático e com habilidades interpessoais, mas sem tanto conhecimento técnico, ou no capitão com conhecimento aprofundado sobre a área, mas que ainda tropeça no quesito comunicação? "Com os nerds ocupando cargos de CEO de empresas, eles se tornaram o motor de inovação dessas companhias. Os funcionários se inspiram neles para também criarem e deixarem a empresa com um eterno ar inovador", defende Flávio Amaral.
A transformação já começou. E, para os administradores, não adianta barrar o avanço do conhecimento nem dos profissionais que o dominam. Sendo assim, talvez, o conselho mais sensato seja: una-se a eles, siga seu exemplo. "Os nerds buscam, acima de tudo, conhecimento e querem trabalhar naquilo que gostam. O objetivo de todo profissional deveria ser esse, não importa em qual área", aconselha Fábio Akita. Lembre-se disso (e lembre sua equipe) na próxima vez em que digitar www, navegar na Wikipedia ou olhar para a imagem de uma maçã mordida.
Cultura nerd
Além de influenciar a economia, o jeito nerd de ser também contagiou a cultura e há alguns anos vem ajudando a ditar o que consumimos. A prova está no crescimento contínuo da indústria de games, na popularização dos mangás e HQs, na venda de action figures (bonecos articulados que representam personagens de filmes, quadrinhos ou games) e na crescente audiência de séries de TV, como The Big Bang Theory, que retrata o cotidiano de quatro jovens nerds do Instituto de Tecnologia da Califórnia. Bandas de rock, como Weezer e Wilco, fazem questão de se afirmarem nerds e até o jeito de se vestir dessa turma, com camisetas engraçadas e ar despojado, virou moda.
Galeria da fama
Nem todos os nerds vivem cercados de computadores e são aficionados por tecnologia. Eles também podem ser encontrados em outras áreas, como política, finanças e entretenimento.

Arte: João Faissal

18 de maio de 2012

Sorte é estar pronto, quando a oportunidade vem.
Oprah Winfrey

Sejam bem-vindos a I Maratona dos Campeões 2012!


11 de maio de 2012

...Steve Jobs



Por Thiago Szymanski em 6 de Outubro de 2011
Uma das melhores maneiras de guardar lembranças de pessoas que mudaram o mundo é refletir sobre frases inspiradoras. E Steve Jobs era bom nisso. Muito do que ele falou serve de guia para novos empreendedores e de incentivo para muitos serem os melhores no que fazem.
Nós do Tecmundo, como uma homenagem à memória dessa grande pessoa que mudou a vida de muitos, fizemos uma coletânea de 20 citações que marcaram durante sua vida. Se você souber de outras, fique a vontade para contribuir com a matéria, colocando-as nos comentários.
  • “Às vezes, quando você inova, comete erros. É melhor admiti-los rapidamente e continuar a melhorar suas outras inovações.”
  • "Ser o homem mais rico do cemitério não importa para mim... Ir para a cama à noite, dizendo que fizemos algo maravilhoso... É isso que importa para mim.”
  • "Eu valia mais de US$ 1.000.000 quando eu tinha 23, e mais de US$ 10.000.000 quando eu tinha 24 anos, e mais de $ 100.000.000 quando eu tinha 25 anos, e não era assim tão importante porque eu nunca fiz isso por dinheiro."
  • "O único problema com a Microsoft é que eles simplesmente não têm gosto. Eles não têm absolutamente nenhum gosto. E eu não quero dizerem uma maneira pequena, quero dizer em forma geral, no sentido de que eles não pensam em ideias originais, e eles não trazem muita cultura em seus produtos.”
  • "Fizemos os botões na tela parecerem tão bons que você vai querer lambê-los."
  • "Inovação se distingue entre um líder e um seguidor".
  • "Quero dizer, algumas pessoas afirmam: Oh, Deus, se [Jobs] for atropelado por um ônibus, a Apple estaria em apuros. E, você sabe, eu acho que não seria uma festa, mas há pessoas realmente qualificadas na Apple. Meu trabalho é fazer com que toda a equipe executiva seja boa o suficiente para serem sucessores, e é isso que eu tento fazer.”
  • "Nós não temos a chance de fazer muitas coisas, e cada uma deve ser realmente excelente. Porque esta é a nossa vida. A vida é breve, e então você morre, sabe? E todos nós escolhemos o que fazer com as nossas vidas. Então é melhor que seja muito bom. É melhor valer a pena."
  • "Eu sou a única pessoa que conheço que perdeu um quarto de bilhão de dólares em um ano... É muito bom para a construção do caráter."
  • “Tenho tanto orgulho do que nós não fazemos quanto tenho do que fazemos.”
  • "A qualidade é mais importante do que a quantidade. Um gol de placa é melhor do que um gol feio.” (original: “One home run is much better than two doubles.”)
  • "Eu sempre quis possuir e controlar a tecnologia de ponta em tudo que fazemos."
  • “É preciso dizer não para mil coisas para termos a certeza de que não estaremos no caminho errado ou não tentaremos fazer demais.”
  • "Você quer passar o resto da sua vida vendendo água com açúcar ou você quer uma chance de mudar o mundo?" (Falada para convencer Sculley a sair da Pepsi e se tornar o CEO da Apple)
  • "Estou convencido de que cerca de metade do que separa os empreendedores de sucesso daqueles malsucedidos é a pura perseverança."
  • "Eu quero colocar uma marca no universo."
  • "Meu trabalho não é o de pegar leve com as pessoas. Meu trabalho é torná-las melhores."
  • "Design não é apenas o que parece e o que se sente. Design é como funciona.”
  • "Os produtos cansam! Não há mais sexo neles! "


7 de maio de 2012

Eu destaco esse profissional!




PROFISSIONAL DESTAQUE DO DIA:
Responsabilidade, profissionalismo e humildade.
Conheço alguns "profissionais" que acreditam que já estão prontos para fazer sucesso. Só esqueceram de colocar na bagagem uma qualidade que este garoto tem de sobra: Humildade!!
Parabéns Gilian! O meu abraço e reconhecimento pela luta.

5 de maio de 2012

I MARATONA DOS CAMPEÕES em NH







I MARATONA DOS CAMPEÕES
Edição Novo Hamburgo/RS


Local: Centro de Treinamentos Elaine Ostermann – NH
Data do evento; 19 de Maio de 2012
Início: 9h às 12h – almoço – 14h às 17h

PROGRAMAÇÃO:

Manhã
- 9h: Etiqueta Corporativa (como se comportar no mundo dos negócios)
- 10h: Marketing Pessoal
- 11h; Comunicação eficaz desde a entrevista inicial com o cliente até o fechamento do projeto.

Tarde
- 14h: Elaboração do nome profissional, características em destaque para o mercado, cartão de visitas (pessoal e profissional) = IDENTIDADE PESSOAL
- 15h30min: REDES SOCIAIS – facebook, Twitter, Blogs
Como criar a sua página nas redes sociais.
-Registro dos participantes no blog: http://vitrineempresarialanamello.blogspot.com
http://elaineostermann2012.blogspot.com e Vitrine Empresarial do blog

Ferramentas recomendadas:
- notebook (3G) acesso à internet (se o aluno tiver o seu)
- agenda profissional para a criação da sua network

O EVENTO SERÁ FILMADO E AS DINÂMICAS REALIZADAS NO CURSO, SERÃO REVISTAS E AVALIADAS NO FINAL.

Investimento:
Para alunos das escolas: R$ 250,00
Para pessoas de fora: R$ 380,00

Somente 15 vagas!
Inscreva-se através do e-mail: atitudestart@gmail.com
Depósito na agência Itaú: 9221
CC: 34646 4


30 de abril de 2012

http://etiqueta-corporativa.com.br/

Você sabe como funciona o seu cérebro?

Viver em comunidade não é nada fácil. Todos os dias estamos sujeitos a avaliação das pessoas que interagem conosco, até mesmo daquelas que circunstancialmente passam por nós no metro, no banco ou na hora do almoço.
Muitas vezes, o que as pessoas pensam a nosso respeito não corresponde ao que somos ou aos fatos reais. Isso serve também para os nossos julgamentos. Mas, não é nada que sabendo como funciona o nosso cérebro não possa ser amenizado. Para isso, elenquei algumas das nossas tendências naturais que podem complicar o processo de comunicação e de compreensão do mundo:
1. Via de regra prestamos mais atenção aos fatos negativos.
2. Geralmente aceitamos o conhecido e rejeitamos o novo. Buscamos confirmação para o que sabemos tentando encaixar a realidade a expectativas e preconceitos.
3. Generalizamos situações com base em poucas observações ou pouca experiência objetiva.
4. Julgamos fatos com base em poucas observações ou no que é mais óbvio e evidente.
5. Julgamos a nós mesmos com mais indulgência do que julgamos os outros.
6. Classificamos as pessoas de acordo com as primeiras impressões.
7. Presumimos que os outros são iguais a nós.
Sabendo disso, tente ao máximo não julgar antes de ponderar todas as possibilidades, mesmo as que possam parecer pouco prováveis.
Licia Egger

24 de abril de 2012

Mercado de decoração conquista mais clientes e se expande no Estado
por Inês Andrade
Especial para o JC

Um mercado que vinha atuando de forma discreta está conquistando um número cada vez maior de consumidores. Os produtos e serviços de decoração ganham espaço entre os pernambucanos e o número de lojas se multiplica. No Brasil, a estimativa é de que o varejo de decoração voltado para as classes A e B movimente cerca de R$ 10 bilhões ao ano. Mas não é apenas esse público que está valorizando o design de interiores. Classes mais populares já começam a despertar interesse pelo assunto.
De acordo com pesquisa realizada pela empresa Deca, as famílias com renda mensal igual ou superior a US$ 2,5 mil compõem o segmento de consumidores potenciais para produtos de decoração de alta qualidade. Mas há um público que pode usufruir desse mercado optando por mercadorias mais baratas e de qualidade.
Para se ter idéia do crescimento do mercado, 62% dos consumidores brasileiros investem mais em decoração do que os seus pais investiam. A informação foi obtida a partir de um estudo da Associação Brasileira de Arquitetos de Interiores e Decoradores (ABD), realizada com 100 famílias brasileiras.
Segundo pesquisa de Ricardo Botelho Marketing, existem, no Brasil, cerca de 4,5 mil pontos de venda que comercializam produtos nos setores de revestimento, mobiliário, tecidos, tapetes, iluminação e objetos para designers de interiores.
Em se tratando de decoração, Pernambuco não fica para trás, despontando entre os seis maiores mercados do País. O Estado compete com São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Rio Grande do Sul e Paraná. A posição de Pernambuco, entretanto, não foi conquistada de uma hora para outra. De acordo com o arquiteto Guilherme Eustácchio, o Estado já foi o primeiro lugar do Brasil em termos de decoração, mas não conseguiu manter a colocação. A recuperação começou nos anos 90. A diferença é que agora o setor vem abrindo seu leque de consumidores e movimentando cifras cada vez maiores.
“Acredito que o volume de vendas e de peças publicitárias tenha crescido 1.000%”, entusiasma-se o empresário Marcos Rolim, proprietário da La Lumi. Confiante no mercado, Rolim ampliou, este ano, sua loja de luminária, passando dos antigos 48 metros quadrados para 600 metros quadrados. “Em termos de decoração, Pernambuco foi o Estado que mais cresceu no Nordeste”, considera Rolim.
Segundo o empresário, um dos sucessos para competir no setor é oferecer produtos de qualidade e para um público cada vez mais amplo, com preços acessíveis. Na La Lumi, por exemplo, o consumidor pode encontrar peças de R$ 15.
Não apenas os produtos das lojas, mas o trabalho do arquiteto está conquistando camadas mais diferenciadas da sociedade. “As pessoas, às vezes, não sabem lidar com o espaço e arrumar as idéias para compor um ambiente adequado. Por isso, o arquiteto tem papel fundamental”, analisa a arquiteta Fátima Aguiar. A cada ano entram no mercado de Pernambuco cerca de 150 profissionais da área.
Segundo André Carício, também arquiteto, os consumidores estão descobrindo que podem economizar mais e obter o resultado esperado com o trabalho de um profissional. “O arquiteto consegue otimizar o material usado e os espaços. Para ter uma residência agradável não é preciso gastar horrores. Um ambiente bem produzido pode custar R$ 5 mil”, acrescentou Carício.

Como organizar eventos de sucesso




Eventos são estratégias de comunicação aproximativa que precisam ser corretamente utilizados por seus executores. Em primeiro lugar só deve fazer eventos quem tiver competência para organizar e paciência para suportar as horas de estresse. Desde a organização de uma reunião até um congresso de vendas tudo precisa ser cuidadosamente pensado. Então vamos às principais orientações para quem deseja organizar um evento.
Inicialmente planeje bem. Planejar é fundamental para o profissional de eventos. Tudo deve ser criteriosamente pensado e as chances de que alguma coisa saia errado são de 100%. Portanto, não vacile. Convites, recepcionistas, serviço de alimentação, transporte, divulgação, cerimonial, enfim, uma série de itens precisa ser checada várias vezes. Além disso, escolha os melhores fornecedores, nem que para isso você precise pagar mais caro. Lembre-se que caro é aquilo que você não gosta.
Certa vez um amigo organizou uma cerimônia de posse da diretoria de uma organização estatal. Tudo ia muito bem, até o momento que ele despachou os envelopes para os convidados. Os envelopes seguiram, mas sem o convite. O nível de estresse que ele viveu foi algo inacreditável. O evento, é claro, ficou muito esvaziado e ele perdeu o cliente.
Em outra oportunidade, numa entrega de um premio nacional, o mestre de cerimônia subiu ao palco inteiramente alcoolizado. E apesar da riqueza do evento, da beleza dos detalhes, do buffet delicioso, todos se lembraram do vexame do cerimonialista
Então, antes de qualquer ação operacional, devemos pensar o evento, detalhe a detalhe, etapa a etapa e levantar todas as variáveis que podem contribuir para que o evento seja um fracasso. Se você, por exemplo, vai realizar um evento a céu aberto, precisa contar com a possibilidade de chuva, queda de temperatura ou excesso de calor. Certifique, também, que todos os seus fornecedores são responsáveis e de excelente qualidade.
Fique certo que um evento é mais lembrado pelo que deu de errado que pelo sucesso. As falhas, as gafes, os improvisos chamam muito mais a atenção que o andamento perfeito das coisas. Aliás, como dizem alguns, tem muita gente que fica torcendo para que a noiva caia em pleno altar.
Organizar um evento, portanto, não é uma tarefa para amadores, para quem fica conquistando clientes pela redução de preços ou pela entrega de um serviço de qualidade duvidosa. Os melhores e grandes clientes são aqueles que exigem perfeição do começo ao fim e que estão dispostos a se tornarem visíveis para seus públicos por meio das ações de eventos, não se importando muito com quanto irão ter que investir. É claro, porém, que preço é um ponto muito importante dentro do planejamento orçamentário de qualquer evento. No entanto, não deve ser o condicionante para a exclusão de serviços de qualidade que garantirão a plena satisfação de seus clientes. Se for organizar eventos, pense em tudo isso.

http://comunicacaoempreendedora.com.br

5 vantagens de ser pequeno.




Escala, poder de barganha, capacidade de investimento, projeção da marca. Essas são características que muitas vezes colocam as grandes empresas em situação de vantagem sobre as menores na hora de competir pelo mercado. Mas ser pequeno também tem seus benefícios. Saiba quais são eles e confira as dicas de especialistas para aproveitá-los melhor.
1. Atendimento personalizado
Uma das vantagens de ter uma estrutura enxuta é a proximidade que o alto comando da empresa tem dos clientes. Usando isso a seu favor, o empreendedor pode oferecer produtos muito mais customizados às necessidades dos consumidores e se diferenciar no atendimento. “O pequeno gasta muito menos para dar um suporte mais personalizado para o cliente e ele valoriza isso”, destaca a professora Dariane Castanheira, do Proced/FIA.
2. Agilidade para mudar
Ser pequeno permite que um negócio se movimente com maior agilidade para reagir a mudanças no mercado e atender a novas demandas do cliente. “A facilidade de adaptação é muito maior. Se você muda um produto ou reformula a estratégia da empresa, é muito mais fácil organizar a força de vendas para responder a essa alteração. Nas grandes, há um cuidado enorme com a comunicação”, aponta Dalton Viesti, coordenador de graduação da Trevisan Escola de Negócios.
3. Ambiente propício à inovação
Grandes empresas como Google e Microsoft frequentemente compram jovens negócios para trazer inovações para dentro de casa. O motivo por trás desta estratégia é que, apesar dos recursos mais abundantes, os processos nas grandes corporações tendem a ser mais lentos e burocráticos do que nos pequenos.
“O ambiente mais compacto favorece a troca de ideas. O funcionário nem precisa bater na porta do presidente da empresa – em geral eles trabalham juntos, almoçam juntos. A informalidade facilita o processo”, aponta Viesti.
Outro fator que torna os menores mais propensos a apostar em novas ideias é que o impacto do fracasso tende a ser menor. Sem acionistas cobrando resultados ou analistas acompanhando de perto os números da empresa, ela fica mais livre para fazer movimentos ousados. “Em geral, tem menos coisas em jogo, portanto é mais fácil arriscar”, resume Evandro Paes dos Reis, professor de empreendedorismo e inovação da BSP.
4. Diversidade de recursos
O pequeno empreendedor tem acesso a uma série de linhas de crédito específicas. Programas de subvenção econômica do governo, como o PRIME, da Finep, por exemplo, oferecem inclusive recursos não-reembolsáveis (ou seja, que não precisam ser devolvidos) para jovens negócios inovadores. “Se souber vender bem a sua ideia, o empreendedor pode conseguir acesso a crédito mais barato”, destaca Dariane.
Os investidores anjo e fundos de capital semente e venture capital, que crescem cada vez mais no Brasil, também são uma opção para captação de recursos à disposição dos pequenos. Em troca de uma participação no negócio, eles injetam capital para fazê-lo crescer mais rápido.
5. Atração de talentos
Embora nem sempre possa oferecer os mesmos salários e benefícios que as grandes corporações, as pequenas empresas inovadoras tendem a atrair profissionais jovens, que buscam flexibilidade e autonomia, além de oportunidade para crescer rápido.
“Cada vez mais as pessoas procuram a liberdade para fazer o que gostam, mesmo que isso signifique ganhar menos”, destaca Reis. “As grandes empresas às vezes frustram os talentos, porque é tudo muito amarrado, muito padronizado”, explica o professor.
Outra vantagem é que, mesmo com políticas de benefícios menos abrangentes, as pequenas muitas vezes conseguem distribuir lucros de maneira menos burocrática, podendo remunerar e incentivar os profissionais de acordo com o desempenho de cada um, aponta o professor.

4 de abril de 2012

É preciso gostar de si mesmo!


Auto-estima: a comunicação interior.

O princípio é simples: Se eu não gosto de mim mesmo, como espero que as pessoas gostem? Se eu não me orgulho do que eu faço, como espero que alguém se orgulhe? Se não admiro os meus próprios empreendimentos, quem irá admirar? Se eu não acredito em mim mesmo e nas minhas capacidades, quem irá acreditar?

Ao desejarmos algo, fruto dos nossos sonhos de realização, sucesso, prestígio ou felicidade, é fundamental acreditarmos nas nossas próprias capacidades de realização.

Quantas pessoas vivem tristes e frustradas por não terem conseguido ir um pouco adiante aos estudos ou no trabalho, nas realizações pessoais ou profissionais, que não conseguiram amealhar bens materiais e culpam a situação, a crise, os pais, as oportunidades que não lhe foram concedidas? Indivíduos assim não descobriram ainda que a principal alavanca impulsionadora para todas as realizações está mais perto do que imaginam.

Acreditar em si mesmo, observar e descobrir que todos temos um potencial infinito de possibilidades de realização é caminhar na direção da evolução pessoal e espiritual.

A auto-estima não é algo distante como um tesouro escondido ou difícil de ser conquistado. Ter auto-estima é apenas gostar de si e ficar feliz com a imensa capacidade que todos nós possuímos para a superação de qualquer dificuldade. Há, naturalmente, momentos difíceis na nossa vida, mas a reação diante de cada obstáculo é diferente em cada pessoa.

Aqueles que aprenderam a confiar em si mesmos são mais bem humorados, não se desesperam, têm controle das suas emoções. Pode-se dizer até que são mais inteligentes emocionalmente. Sabem que vez ou outra perdem o pé da situação, mas logo se recuperam e seguem adiante, pois sabem que isso faz parte do jogo da vida.

Quem tem e procura sempre aumentar a sua auto-estima é um vencedor, vive o momento presente com a consciência de que o passado foi importante como processo de aprendizagem, mas já passou e não volta mais. O futuro está por vir, ou seja, não aconteceu ainda e prepara-se para vivê-lo quando ele chegar. Tem, e isso é o mais importante, a consciência do presente, vive no hoje, no aqui e agora, sentindo emoções autênticas e tendo consciência dessas emoções.

Uma pessoa que gosta de si mesma abre espaço em seu coração para viver bem com os outros, reconhecendo o valor de cada ser humano, sabendo ter a flexibilidade e compreensão para perceber e aceitar as diferenças individuais e exercitar o perdão.

Descobriu que não importa quantas vezes tropeçou e caiu, mas quantas vezes tornou a levantar.

Quem gosta de si, gosta de ver a sua imagem refletida no espelho, pois reconhece que foi feito à imagem e semelhança de Deus e sabe, por isso, que é privilégio seu a realização em todos os níveis e isso inclui saúde, aparência, o amor que recebe, as habilidades e talentos que possui e desenvolve e todos os sonhos do seu coração.

Enfim, uma pessoa que tem auto-estima vive em harmonia com as energias da natureza, do Cosmos, do Infinito, com Deus; tem a consciência do seu papel na sociedade e sua missão no mundo; percebe que recebe todas essas influências da inteligência universal e corresponde com seus atos e pensamentos. É uma pessoa feliz, pois tem a consciência de ser filhos de Deus e preserva o sentido de gratidão e reconhecimento pela graça da vida.

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